5 razões para ver… Battlestar Galactica

Nesta nova rubrica mergulhamos no tesourinhos da televisão. Gemas mais antigas que merecem ser redescobertas. Cada uma destas séries tem 1001 razões que justificam a vossa atenção e que merecem saltar para o vosso topo de prioridades. Estas são apenas cinco delas…

Elenco...

O elenco é grande e mais ou menos reconhecível para os minimamente atentos. Aqui estão cinco exemplos: Tricia Helfer é Six, um dos Cylons e a principal imagem de marca da série e contracena em grande parte com Gaius Baltar (James Callis), outro ponto forte. Edward James Olmos como Comandante Adama é o peso pesado e aquele em que acenta os grandes arcos, juntamente com Laura Roslin (Mary McDonnell) formam a âncora em que o restante elenco se apoia. Katee Sackhoff como Starbuck é um delight! Uma piloto que merecerá todo o vosso apoio e sorriso. Uma extra para Lucy Lawless, a eterna Xena (ou Lucretia de Spartacus) que está mais presente nas temporadas finais e deixa a sua marca.

História...

Imaginem Star Trek com deuses greco romanos. BG conta a história de uma sociedade interplanetária que é obrigada a fugir para a escuridão do Universo para se salvar. A ameaça são os Cylons, robots que auto-evoluíram para lá das limitações iniciais. A série começa com um ataque repentino e brutal por parte do Cylons, depois de décadas de silêncio. Desengane-se no entanto quem pensa que é uma história de “naves”. Esta é uma epopeia sobre a humanidade, sobre ganância de poder, desespero das decisões em caso de sobrevivência, a resiliência em tempos de guerra, de conflito sobre o que nos torna humanos. A ficção ciêntifica é apenas um extra.

“pio-pio”

Há batalhas de naves, há disparos de misseis e laseres, há planos da ponte de comando a abanar com faíscas a cair do tecto… Estes momentos de acção são muito bem feitos, com truques de câmera (os zooms tão característicos) que nos envolvem na acção e aprofundam mais ainda os arcos das personagens. A acção não ocorre por ocorrer, tem sempre um fundamento.

Religião...

Os planetas são símbolos do zodíaco, a religião é politeísta e mais lá para a frente há uma certa componente “extra-realidade” associada. Esta particularidade acrescenta diversidade ao diálogo e permite alguma exploração de personagens (xenofobia, racismo, fundamentalismo). Ou seja, explorar os temas da Terra, olhando para esta sociedade tão diferente e tão igual. Se derem por vocês, no final da série, a agradecer aos deuses ou a dizer “So say we all” e “Frak” a toda a hora, aceitem, aceitem com força que só vos faz bem.

Ordem...

Sim, a ordem com que vêem a série pode dar asas a alguma confusão. Isto porque apesar da série ter temporadas numeradas, tem também especiais a meio das mesmas. Aliás, é um longo especial/filme que lança a série. Por isso, para os mais confusos, é esta a ordem que deverão seguir. PS - Aproveitem sempre o genérico. Além de ter uma música fantástica, tem sempre uma espécie de recap do episódio sem nunca o spoilar.

  • Mini-série
  • Temporada 1
  • Temporada 2
  • The Resistance (webisodes)
  • Temporada 3
  • Razor (Filme)
  • Temporada 4 (1-13)
  • The Face of the Enemy (webisodes)
  • Temporada 4 (14-23)
  • The Plan
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