Os Melhores Episódios de 2011

Permitam-se ser absolutamente pragmático e claro: eu não vejo “30 Rock”, “Boardwalk Empire”, “Breaking Bad”, “Community”, “Justified”, “Mad Men”, “Parks and Recreation”, “Sons of Anarchy”, “The Good Wife” e “The Killing”. São ausências confirmadas à partida. Tentei fazer um top que balanceasse entre os melhores episódios do ano e expor séries que passam mais despercebidas e que merecem um pouco mais de destaque. Nada como fazer um resumo do ano para celebrar o meu post número 100 no TV Dependente. Que venham mais 100!

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    Que mais posso eu dizer para que toda a gente comece a ver esta excelente série?! Os detectives mais bem-dispostos da televisão continuam a um grande nível nesta sexta temporada e a série fresquíssima como sempre. Ideal intercalar com esses dramas pesados e para quem gosta de policiais sem recorrer a ciência forense. O terceiro episódio da temporada é um excelente exemplo do humor da série e do quanto estes rapazes se divertem no emprego.

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    Discussões sobre público alvo e qualidade à parte (já percebi que não vale a pena), “The Vampire Diaries” é uma série boa! Tem os seus defeitos, e ainda são alguns, mas a intensidade de alguns episódios e a maneira como nos prende é algo que merece ser reconhecido. Este episódio reúne alguns dos aspectos que mais gosto, principalmente os flashbacks, explicando a história da mitologia. Espero que a série continue a explorar esse lado mais antigo dos vampiros.

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    É com grande pena que vejo a mais que provável partida do gangue de Thad, Alex, Sammy… Este finale deu uma grande sensação de satisfação porque foi um final digno. Acaba também por ser uma boa ilustração à estupidez praticada: Para se vingar da derrota sofrida na final do campeonato, porque toda a equipa foi suspensa devido a escândalos, Thad decide ceifar todo o campo de cultivo de marijuana e construir sozinho um campo de futebol para um rematch, acabando, claro, numa tradicional festa universitária. Vou ter saudades BMS!

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    Louie CK é um “pobre desgraçado” divorciado que partilha a custódia das duas filhas. Não é a melhor frase para descrever uma comédia eu sei, mas é esse perfeito balanço entre o drama/realidade do comediante, quase ao estilo de um reality show, e os momentos de stand-up que fazem de “Louie” uma grande série. Que melhor apresentação para a série que o genérico? Uma música que se resume a dizer o nome dele varias vezes enquanto come uma fatia de piza. Normalmente os episódios abordam dois temas mas este “Come on, God” aborda apenas um: masturbação e a relação com religião. Como ateu assumido, acho sempre imensa piada quando os comediantes abordam a religião e este é mais um bom caso. Sempre, claro, com aquele toque de realidade e fazendo questão de abordar os dois pontos de vista.

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    Sou um grande fã de Ricky Gervais mas desconhecia a existência destes podcasts antes da série de animação os usar (podem fazer download no itunes). Quem acompanha a série já se deve ter perguntado, como eu, se Karl é mesmo assim. Merchant e Gervais juram a pés juntos que nunca conseguiriam criar uma personagem tão boa como ele. Discussão à parte, Karl é a ponta da seta da evolução humana! Este homem é capaz das tiradas mais geniais de sempre (o seu diário é ouro!), aliadas ao riso descontrolado de Ricky fazem desta série imperdível para quem se quer rir descontroladamente. Tentem ouvir a ultima frase deste episódio e não se perderem em riso!

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    Acabou-se! A saga de mais de 200 episódios chegou ao fim. Quer queiramos ou não é um marco importante. Penso que a série conseguiu dar um final satisfatório aos fãs e despedir-se em “paz”. Teve todas as personagens que marcaram a série, um casamento, uma grande ameaça, poderes e o fato vermelho e azul, finalmente. Dispensava-se as múltiplas cenas copiadas do último filme do herói, mas é apenas um detalhe. Até sempre “Smallville”, mas principalmente Erica Durance, Kristin Kreuk e Laura Vandervoort.

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    Não há muito mais que eu possa dizer de “Boss” que não soe incrivelmente repetitivo. Vejam, ponto final! Destaco este episódio porque além de todos os aspectos que tornam a série grande, teve um final absolutamente surpreendente. A maneira como Kane usa a filha para melhorar a sua imagem perante o público é quase chocante, mas é o que a torna um grande produto televisivo.

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    Andei às voltas para escolher qual o melhor episódio de “The Borgias”. Terá sido o primeiro? Algum do meio da temporada? Acabei por escolher o final por uma razão muito simples: representa aquilo que a série tem de melhor: maturidade e sobriedade. Não teve twists nem grandes momentos épicos, foi uma boa conclusão a uma temporada que se propôs a apresentar esta família, os seus sentimentos, ligações e planos. Deixou-nos com a sensação de dever cumprido e ansiosos para o segundo acto da história.

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    Foi impossível para mim escolher o melhor episódio de “Game of Thrones”, impossível. Quase dá vontade de espetar aqui a temporada completa, mas tanto o piloto como o final destacam-se realmente dos restantes. O piloto confirmou a enorme qualidade que se vinha a anunciar, uma história altamente complexa num mundo cheio de detalhe e com um final que mostrava que se trava de uma série capaz de tudo. A conclusão da temporada foi o topo da pirâmide que deixou toda a gente a falar dela durante meses e continuará até à estreia da segunda temporada. O episódio abordou muitas personagens, mas principalmente Daenerys. A cena final é uma delicia, para os olhos e para a mente.

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    Ainda a recuperar do final de temporada é com grande pesar que coloco aqui o primeiro episódio e não o último. Mas a desilusão passa quando recordo de que se trata da melhor estreia de temporada, não há nada a lamentar em “Homeland”. Poderia ter colocado o episódio 11 (The Vest) em que Danes esteve absolutamente perfeita, ou o 8 (Achilles Heel) em que vemos um grande Damian Lewis e o background por detrás da sua resolução. Mas optei por colocar o piloto porque foi ele que desencadeou tudo. Foi graças a este episódio que ficamos todos submersos na história e nos deixamos levar. Final satisfatório ou não, é uma série estrondosa!

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