Person of Interest: 1×14 – Wolf and Cub

[SPOILERS] Este episódio podia-se chamar “Babysitting” ou “The steps” ou ainda “The Art of War”, mas ficou “Wolf and Cub”.

Depois da confusão da semana passada há uma casa para arrumar, umas firewalls para reformular e um sistema para reconstruir. Porém, não impede a chegada de um novo número.

O “sobrinho” de Finch (Michael Emerson) está de volta com mais pistas e perguntas sobre o mistério do pai. Ficamos a saber que “A Máquina” faz 7 anos no próximo dia 24 de Fevereiro e revelado mais um nome da restrita lista de pessoas que conhece a máquina: Alicia Corwin, uma ex-empregada da Casa Branca. O pormenor de que ela se mudou para a única cidadezinha onde não é possível existir telemóveis nem internet, porque fazem interferência com os telescópios, é delicioso.

Considerando que está a par das capacidades da máquina, percebe-se a paranóia e o porquê de ter mentido ao rapaz. Partindo do princípio que Alicia possa ter ainda contactos na Casa Branca, e sabendo que o governo não tinha conhecimento do envolvimento de Finch na construção do projecto, que efeitos secundários trará esta indiscrição do sobrinho, ao trazer o seu nome à baila? Eu fiquei com a ideia de que o rapaz suspeita de algo. O olhar dele no final leva a crer que não confia em tantos “não sei” do tio porreiro. Ainda em relação a Finch, há algo que me faz comichão: Como é que ele apanhava Reese (Jim Caviezel) quando este o tentava espiar e não repara em Lionel? Ou estará a fazer de conta que não sabe?

Quem também apareceu foi o antigo chefe de Lionel (lembrem-se que é o mesmo que está metido com Elias). A corrupção na série tem múltiplos tentáculos e são grandes.

O caso desenrolou-se de uma forma lógica e desta vez não houve reviravoltas para animar o enredo. O “sumo” a extrair deste episódio é o passado de Finch, com as múltiplas identidades e mais mistérios. Não ficamos a saber muito mais sobre a máquina, mas esta Alicia promete dar que falar no futuro. Eu sei que a review ficou um pouco curta mas não há muito mais a dizer. Este caso foi fraco.

P.S.: Não guardem o Elias para o final de temporada, é demasiado óbvio!

O Melhor: A cena de abalroamento de Reese com grande música de fundo (onde é que eu já vi isto?!)

O Pior: O street talk e a atitude do miúdo, que de tão estereotipado até enjoou. A facilidade e o número de vezes que ele escapou de quem o protegia.

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