Supernatural: 10×09 – The Thing We Left Behind

[SPOILERS] Ainda antes do hiato tivemos um episódio que não constava na lista de análises do blog… falha da série claramente!

Castiel: “I fight certain deadly threats to humanity.” Claire: “He’s an exterminator.”

Depois de Hannah, foi a vez de Castiel lidar com a sua humanidade… de uma maneira diferente do costume. A família Novak não lidou nada bem com o rapto angelica de Jimmy e despedaçou-se em frágeis bocados. Com uma mãe desaparecida e um pai a combater ameaças à humanidade, a pobre Claire (Kathryn Newton) migra entre lares, revoltada com tudo e todos. Castiel, na sua eterna demanda pela correcção dos seus erros, não hesita em ajuda-la, mesmo que para isso faça o que não é o melhor para a problemática adolescente.

Rowena: “You were conceived during a winter solstice orgy! It’s not like I was taking names!”

Entretanto, no covil dos estarolas, Dean está “melhor do que nunca” e Sam faz de conta que alinha na mentira do irmão, também ele assombrado pelos sonhos…e pela fome. Seguindo o padrão normal nestas ocasiões, o Winchester afectado pede a alguém (ou ao outro irmão ou a Castiel) que caso volte ao mau caminho que lhe seja dada a extrema-unção e respectivo Juízo Final. Obviamente que não irá acontecer, mas é para a série nos mostrar, novamente, que o irmão afectado abandonou a esperança de uma resolução benéfica.

Demónio: “I didn’t ask you, Braveheart.” Rowena: “Freedom!”

O reencontro familiar não se limitou ao lado do Bem, pois no Inferno há uma bruxa e um rei que têm de se reconciliar. Depois de apodrecer uns tempos nos calabouços do Submundo, Rowena “ataca” Crowley com amor maternal, amor incrivelmente falso que não engana ninguém, mas que pelos vistos engana o Enganador do Inferno. A Matriarca vive mais um dia e enganará Crowley sabe-se lá mais quanto tempo até alguém ter de a matar. Talvez Dean, criando um fosso com Crowley que alimente uma rivalidade futura (agora parecem mais amigos que outra coisa).

Dean: “Hey, Miley Cyrus, settle.” Claire: “Eat me, Hasselhoff.”

O final trouxe um Dean completamente possuído, drogado por violência e sangue que uma marca no braço lhe provoca. Normalmente é um buraco de agulha, mas para o Winchester é um símbolo ancestral que está a distancia-lo cada vez mais do Homem e afunda-lo no Demónio. Além de ter estendido em mais uns anos o tratamento psicológico que Claire necessita (não se percebe porque Castiel a deixa entrar na casa), este homicídio promete deixar cicatrizes profundas em Dean. Não que as vítimas sejam merecedoras de clemência, mas não eram seres sobrenaturais e os irmãos não tendem a tirar vidas deste tipo. Aplausos para a representação de Jensen e Jared nesta cena, um em plena negação e o outro catatónico. Veremos como regressa a série já esta semana, se com o gás todo, se com a intenção de adiar a coisa.

Neste interregno ficamos a saber que vem aí uma 11ª temporada. Não vou opinar mais sobre o assunto, a série não quer acabar, não acaba. Seja o que Metatron quiser!

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