Supernatural: 7×02 – Hello Cruel World

[SPOILERS] Supernatural volta esta semana como se esperava: mais calminho, rotineiro e à caça. Com um episódio mais morno, depois do “Inferno” que foi o primeiro episódio.

A propagação do novo inimigo não surgiu logo na altura, mas alguma vez tinha de acontecer…e que melhor meio de transporte que a água. Para mim foi um bocadinho anti-climático, previa que ia acontecer, mas esperava ver mais de “Castiathan”, oh well

Também desapontante foi a história de Sam (Jared Padalecki). Estava à espera que tivesse sido levado para algum lado, mas afinal estava ao virar da esquina. Sam abre o jogo e Dean (Jensen Ackles) encaixa mais um problema no baú, mais um para o irmão mais velho carregar aos ombros, enquanto conseguir.

Espero sinceramente que estas alucinações passem rápido. Já estou farto de ver pessoal nas séries com alucinações de  fantasmas, alucinações por causa de tumores, e agora, alucinações provocadas pelo Diabo. Sim, tem muito mais piada esta versão, e é sempre um prazer ver Mark Pellegrino no papel de Lúcifer, com momentos de bastante piada, mas mesmo assim…

No entanto há uma pergunta que me surge: quando Lúcifer “rapta” Sam e estão em frente ao edifício de escritórios, o falso Dean diz: “Maldição, são 5” numa alusão ao número de Leviathans. Sam não tinha maneira de saber que eram 5 (é o numero que sabemos para já), terá sido uma dica do próprio Lúcifer?

Well he was friends with us, wasn’t he? Can’t get much dumber than that.

No que toca a monstrinhos, os Leviathans já começam a fazer asneiras. Balanço até agora: são pelo menos cinco, têm muita fome e o seu prato favorito é sushi humano, parecem ter uma hierarquia em pirâmide com um chefe, dois sargentos e dois soldados rasos…e são bem tramados de matar. Ao fim de sete temporadas continuo a não perceber porque é que os seres sobrenaturais têm sempre de fazer um rugido ameaçador antes de atacar, mas acho que esta vai ficar sem resposta. Como vão estas “bestas” morrer afinal? Uma coisa é certa, podiam reduzir ao número de planos que envolvem esguichos de sangue nas paredes quando alguém morre.

Depois de Sam, foi a vez de Bobby (Jim Beaver) desaparecer no final do episódio, assim como a sua casa, que foi completamente queimada (mau plano da situação, não se percebe de imediato que aquela é a casa de Bobby, só posteriormente pela conversa entre irmãos). Não deixa de ser um marco importante na série, considerando tudo o que já aconteceu naquele lugar.

 Referências:

  • Dean: “Special Agent Anderson, Ian” – Ian Anderson é o líder da banda “Jethro Tull”
  • Quando Sam é conduzido para aqueles escritórios, que afinal é um armazém. Na porta diz “Morningstar” – Estrela do Amanhecer, um dos nomes atribuídos a Lúcifer. Também usado no filme “Constantine”, um dos favoritos aqui do “Je”.

Apesar da quebra de intensidade do primeiro episódio este acaba com um cliffhanger, dando uma noção agradável de continuidade. Vamos ver o que sai daqui…

Melhor: Lúcifer, apesar das alucinações à “Anatomia de Grey”.
Pior: Mesmo sabendo que era quase impossível, não foi o seguimento do primeiro episódio que eu estava à espera.

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