Supernatural: 7×12 – Time After Time After Time

[SPOILERS] Depois do episódio (desilusão) da semana passada, só queria um grande episódio de “Supernatural” esta semana. Depois apercebi-me que o Natal já passou e os pedidos para o Ano Novo também.

Sam e Dean partem para investigar o que parece ser um “Vampiro do Tempo” (Jason Dohring de “Veronica Mars”) e, completamente ao contrário do que acontece nos outros episódios, algo estranho acontece e Dean é catapultado para os anos 20, qual DeLorian.

À semelhança do que se passa no resto da série, Dean (Jensen Ackles) diverte-se no seu próprio director’s cut d’”Os Intocáveis” enquanto o “excitante” Sam está a fazer pesquisa, desta vez com a Sherife (vão usar o mesmo método de “Bones”? Ajudante da semana?). Ver Dean a curtir à grande a situação e a debitar as suas tradicionais falas é o suficiente para o distrair a ele a nós da situação. Depois de ultrapassado o choque de viajar no tempo para 1944 (parecia mais 1920’s) e conhecer um dos seus ídolos, Eliot Ness (Nicholas Lea de “V” e “Kyle XY”), Dean trava a batalha do lado de lá enquanto Sam (Jared Padalecki) tem de escolher a altura perfeita para puxar o anzol e pescar dois peixes de uma vez só.

Como eu gostava de dizer algo mais sobre estes 40 minutos, mas a verdade é que não sei o quê. O episódio foi agradável, especialmente pelo suspeito do costume, mas sofre da mesma patologia que outros episódios desta temporada, o mau timing. O anterior não foi adequado para o momento pós-morte e este caso semanal/paródia torna a não ser. Já se tinha notado preguiça no episódio anterior, mas repararam como nem se deram ao trabalho de falar do ritual para invocar o Deus?! Encaixaram para ali umas coisas à martelada enquanto Dean lutava, e está feito.Talvez sejade mim e esteja a ver isto pelo prisma errado, mas não me parece definitivamente o melhor rumo…e estou com a impressão que passo a vida a dizer o mesmo, time after time after time

A única variação desde a semana passada é que o melhor foi o fim. As falas arranharam a boa qualidade que os mauzões costumam ter em “Supernatural” e os efeitos estão muito bem conseguidos. Deixaram-nos com uma “promessa” de um mundo coberto de gosma preta, uma promessa que não vale de nada porque não passam de palavras de um monstro à beira da morte. Quem é que acredita que os Leviathans irão sair triunfantes?! Estes dois últimos episódios são uma espectacular maneira de deixar a série antes de mais duas semanas de paragem pela frente.

Para finalizar numa maré mais “copo meio cheio”: Quando a série está ao rubro um homem brilha mais do que os restantes, quando está no fundo, um homem salva a situação. É um avião? É um passaro? Não, é o Super-Dean!:

  • Sam: “That was Sheriff Mills, she caught us one.”
    Dean: “Oh, I feel bad, we didn’t get her anything.”
  • Special agent Smith. This is special agent Smith, no relation.
  • Gas costs four bucks, you can get cheese out of a spray can and…the President, he’s a black guy…I could go on!”
  • I am special agent Costner (Intocáveis) with the Department of Homeland Termite Invasion.

PS: Com esta review faz uma temporada de aniversário que peguei em “Supernatural” (comecei no 6×12) das mãos do Ricardo. Quem me dera que não fosse este o episódio que assinala o marco.

O Melhor: Os efeitos especiais na morte de Chronos.
O Pior: O episódio/história tresanda a desinspiração.

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