Supernatural: 7×15 – Repo Man

[SPOILERS] Eu avisei que não ia ver mais o recap no início do episódio, esqueci-me da intenção. Mas confesso que me deixou com um pequeno sorriso, porque indiciou vestígios de uma possível história central/interessante.

O episódio começa com um pequeno prelúdio em que vemos os irmãos em mais uma tortura demoníaca. Não é fora do comum vê-los a fazê-lo, mas o depoimento do inocente e a sequência de pancadaria tornou o acto mais “pesado”. Tudo para sacar um nome, e no meio dos gritos, qual Gollum nas masmorras de Barad-Dur (momento nerd!), um nome é proferido. Que importância terá isso no presente?

Jeffrey: Do I smell menopause?

Na verdade trata-se de mais um caso, com a particularidade de ter um pouco mais de história em cima. Dean (Jensen Ackles) e Sam (Jared Padalecki) costumam deixar os sítios por onde passam em pantanas, e não vemos o efeito da devastação quando eles partem para nova aventura. Jeffrey (Russel Sams) sofreu quando estava possuído, sofreu para deixar de estar, sofreu depois de exorcizado e parecia que ia sofrer mais.

Pelo meio da investigação pudemos ver o ausente, the one and only, Mark Pellegrino (Mark Pellegrino). O Diabo em “pessoa”, a pairar no ombro de Sam sem que anjinho esteja do outro lado a balançar a consciência. O caso em si, embora original e surpreendente, não oferece muito suminho no final. Podia ter entrado um Crowley que não me importava nada, mas seria pedir muito de uma vez só. Podiam ter aproveitado a “ressurreição” do demónio para acrescentar algo mais: informação sobre os Leviathans, possíveis planos que estejam a ser conjurados nas profundezas, alguma coisa! Mas não, todo este filme não teve consequência alguma.

Lúcifer: “He said “shut up” to me”

O episódio chegou a prometer muito no início e as imagens de Lilith fizeram-me suspirar e babar por um inimigo forte, cheio de carisma e frases geniais (que saudades tenho eu desses momentos), mas tal desejo não se concretizou. Para nos entreter durante os 40 minutos tivemos um Lúcifer de grande nível, manipulativo e engraçado (como se quer) e no final um pico de genialidade. Sam ignorou-o durante meses, mas no momento em que o deixou “entrar”, permitiu que ele monta-se a tenda para ficar. O que eu me ri com aquele “Good Morning Vietnam!”, com os olhos demoníacos a acompanhar. São momentos assim que gosto de guardar e recordar em “Supernatural”, pena que sejam cada vez menos frequentes. Até dia 9 de Março pessoal (sim, mais duas semanas de paragem!).

Nota: Primeira regra para se libertar alguém Dean: primeiro tira-se a mordaça, homem!

O Melhor: O final. Mark Pellegrino e a sua personagem maquiavelicamente divertida.

O Pior: Não terem aproveitado mais o demónio.

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