Supernatural: 8×07 – A Little Slice of Kevin

[SPOILERS] O recap deixou-me logo contente com a perspectiva de mais Crowley (Mark Sheppard), mais Cass e, acima de tudo, mais história central. Infelizmente também deu, juntamente com o título, a perspectiva de mais Kevin.

A excitação cresce com a constatação de haver mais anjos (nunca escondi que adoro tudo o que esteja relacionado com eles) e quando vi o nome de Amanda Tapping nos créditos, tive um orgasmo prematuro… desculpem, nunca me tinha acontecido isto antes…

Kevin regressa como partiu, a roçar a irritabilidade. Ainda pensei que esta season fosse um ponto de viragem, visto que temos MESMO de levar com ele, mas não me parece que haja remédio. É que o rapaz com os irmãos já não serve um propósito muito bom, só com a mãe é um desafio mental para mim. O plano de Crowley é mais uma vez genial: aproveitando-se da estupidez de Kevin, força-o a ler a tablete, caso não esteja interessado, os restantes candidatos a Profeta estão em linha de espera para o fazer em caso de morte do artista. Tudo esbarra num Castiel (Misha Collins) como já não víamos há muitos tempo, com olhos brilhantes, asas em punho e mão flamejante… que saudades Senhor!

Se pensarmos bem, o episódio não foi grande nem foi abundante em conteúdo, mas conseguiu ser o que nenhum dos anteriores alcançou: ser relevante. Os flashbacks fizeram sentido, os personagens fortes estão de volta, houve discursos que valeram a pena ouvir, houve mistério, houve efeitos especiais fantásticos. Fã é assim, queixa-se quando tem de ser e baba-se quando lhe dão o que deseja. Mas nem tudo foi bom, não consigo deixar de ficar um bocadinho desiludido com o desfecho do flashback no purgatório. De algum modo esperava que o segredo entre Dean (Jensen Ackles) e Cass fosse “maior”. Apesar disso, o desejo de Castiel em se punir não é novo, é coerente com a personagem e adequa-se a Dean, que não perde uma oportunidade para carregar o peso do mundo qual Atlas e assumir as culpas de tudo e mais alguma coisa.

Como foi bom ver Cass depois de uma banhoca, como foi bom ver Anjos Vs Demónios novamente, como foi bom ver um episódio com um início, meio e fim que despertasse interesse. O final é absolutamente delicioso, com Amanda Taping a fazer uma breve aparição e a inundar tudo isto com mistério. As minhas fichas estão todas na ideia que ela é o Arcanjo Metatron, voz e escriba de Deus. O que deseja ela dos imrãos? Porque não pode ela espreitar directamente os irmãos? Medo de sair de “casa”? Porque é Cass novamente tão importante? Seja quem for e o que quer, quero mais e mais. Para já fico contente da vida por Castiel se juntar aos irmãos durante uns tempos… que mais podemos nós pedir?!

Notas:

  • Parece que Chuck (Rob Benedict), autor dos livros de aventura dos Winchesters de há umas temporadas atrás e o primeiro Profeta que a série nos mostrou, está morto (só assim se explica a existência de Kevin). Se bem que havia uma teoria que dizia que ele poderia ser o próprio Deus…
  • A barba de Cass cresce no purgatório, mas a de Dean não. Será que o Winchester a fazia com a faca?!
  • Crowley não ficou com uns Leviathans de estimação com a partida de Dick? Onde andam eles?
  • Crowley mais uma vez de avental durante uma tortura… esta personagem é tão boa!
  • Mais uma vez, “Supernatural (Portugal)” é o ponto de encontro para os fãs a sério! (Até foram eles que me avisaram que o episódio 8 não é esta semana!)

O Melhor: Castiel. Anjos. História. Amanda Tapping. Sensação de um episódio bom.

O Pior: Saber que temos mesmo que levar com Kevin.

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